22 de janeiro de 2011

Portugal em todos nós


Na foto meus bisavós Portugueses.


Quando percebi estava perto demais
Para numa só estrofe poder-te dizer
Ó Portugal me possui e ainda mais
Não posso deste mar-oceano desejar-te só o conhecer.

Esses fados que nem direito ouvi
E mesmo assim tocam em minh’alma sem saber-se de mim
Fazem-me sentir um não sei que por ti
Ah! Essa lusitana alma que nos faz sermos sempre este triste querubim.

Essa voz que nosso coração embarga
Como desbravador de mares e oceanos bravios
Tenta-nos a fazer “cousas” e com que pesada carga
Que navegaremos até no mais buliçoso de todos os nossos rios

Portugal que sensação próxima e distante
Que me recorda a pouco de um tempo
Que nem sei como era agora e nem como era dantes
Mas meu peito só o quer aqui e por isso o contemplo

Nossas almas que de avós Portugueses, vieram e de bom grado.
E que em nossos corações só se germinaram
Como todo “português” que como nós só herdaram
Nossa alma, a ti, só podemos dizer que estamos muitos gratos.


Marcos Silva

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